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- Letícia Francisco
- Tijucas, Santa Catarina, Brazil
- Sou Letícia Francisco, tenho 20 anos, adoro maquiagem, unhas coloridas, perfumes, cães... entre muitas outras coisas...
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Olá, hoje trouxe pra vocês além de fotos compondo looks com as Jaquetas Coloridas de "Couro" que estão se usando agora trouxe também um pouco de informação, já que muitas vezes o consumidor não está informado do que está comprando...
A questão que trago é
Qual a Diferença entre
Couro Sintético e Couro Ecológico???
O “couro sintético” não é nem couro e muito menos ecológico. Existem vários materiais chamados de couro sintético, mas os que são feitos de PVC, material derivado de petróleo, prejudicam o ambiente, quando é feito de PVC reciclado a agressão é bem menor. “Couro sintético”, na verdade, é uma denominação errada, até mesmo do ponto de vista legal. O artigo 8º da lei 11.211/05 diz: “é proibido o emprego (…) da palavra “couro” e seus derivados para identificar as matérias-primas e artefatos não constituídos de produtos de pele animal”. Semântica à parte, dar preferência ao material, apenas, não vai ajudar a poupar a vida de animais. “A população mundial vai continuar comendo carne”, diz Luiz Carlos Faleiros, responsável pelo laboratório de couros e calçados do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). Em outras palavras, o couro é um subproduto do corte, que é feito independentemente do aproveitamento da pele do animal.
Já o chamado “couro ecológico” não tem uma definição técnica ou legal, mas geralmente está associado a processos industriais que geram menos impacto que os tradicionais. “Couros ecológicos são menos poluentes, usam substâncias naturais ou biodegradáveis, têm menos restrição de mercado e usam menos água”, diz Gerusa Giacomolli, técnica responsável pelo Centro Tecnológico do Couro do Senai.
Em geral, o couro ecológico é feito da pele de animais, especialmente bovinos, como o convencional. A diferença está no processo de curtimento: em vez de usar metais pesados, em especial o cromo, o couro ecológico usa substâncias alternativas, como os taninos vegetais. “Um tempo atrás, o curtume era visto como uma indústria muito poluente. Mas isso mudou muito”, diz Giacomolli.
Mas, para Faleiros, os fabricantes que querem ser rotulados como “ecológicos” deveriam se preocupar com a cadeia inteira. “Todo curtume gera efluentes. Na Europa, para ter o selo ecológico, o fabricante tem que provar que existe um tratamento de efluentes bem feito, ter embalagem de papel reciclado e tudo mais. É por aí que um produto tem que ser definido como ecológico”, diz. (CA)
Fonte: Jornal Folha de S. Paulo

leticiafrancisco_leka@hotmail.com
Ótima semana para vocês!
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